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sábado, 19 de setembro de 2009

HOMENAGEM AS CRIANÇAS

Do embrião fraternal e divinal se imanta a semente do mundo, a esperança tão ansiada, conclamada, planejada com mais puro amor, um favo de mel, seivas de esperanças, cativas nas bonanças, suavizada pelo carinho de um lar de puro encanto. O lar é o ponto principal, primordial para receber as sementes que irão regar o mundo, transformá-lo na psicosfera iluminada, em estrelas cintiladas, num elo de transformações que salpicarão o Orbe de pingos de luz que irão clarear e aurear a escuridão promulgada pelos insensatos, ingratos que por orgulho, inveja e ambição querem auferir valores acima do que merecem.

A mutação mundial tem um ponto de partida, uma guarida, um azimute real, mas o zelo, o cuidado não pode ser dispensado aos enviados para renovar as atitudes. Os pensamentos ultrapassados, dos governos caducos, inoperantes, ambiciosos, devastadores, insanos, carcomanos que ferem e proporcionam indolências sem dimensões, mas a força vital, o néctar divino, o fluido maravilhoso, majestoso vem dos mais distantes mundos, não de ilusões, mas de certezas e que serão as fortalezas, puras riquezas para mudar, transformar e revolucionar o que existe hoje. O amanhã será um buril juvenil cheio de nuanças revivadas por estes seres diamantizados, denominados de crianças. Elas estão aí em todo lugar desejando, implorando melhorias de vida, educação, saúde, segurança são deveres inalienáveis, não são esmolas, são direitos conquistados por uma Constituição séria e humana, mas os ditos, os políticos querem nos transformar em mãos de obra para o mal e não aceitamos, pois fomos arquitetados para a prática do bem.

Estamos retornando ao mundo de hoje com uma missão de Deus, a inserção no rol atual das crianças desiludidas, famintas, exploradas, castigadas, desamparadas, é essa a nossa missão que o nosso irmão Jesus nos deu para iniciarmos um mundo de regeneração. Vamos lutar pela educação, pela obediência das leis, por governos mais humanos, pela extinção da fome, da miséria, por uma saúde de qualidade, pela caridade do bom atendimento médico e hospitalar, vamos educar os coleguinhas para não sujar as ruas, purificar a natureza, eliminar a poluição, alvejar o meio ambiente que se encontra carente e merecendo cuidados especiais. Vamos implantar nova sabedoria nas mentes humanas ultrapassadas, viciadas e que já não sabem o que fazem. É a nossa vez. É a vez das crianças, somos a única esperança para um mundo mais humano e melhor.

O nosso Brasil mudará a feição andará em linha reta e não na contramão dos acontecimentos, pois seremos verdadeiros instrumentos, exemplos do bem fazer, do bem executar, do bem planejar cujo resultado será in verbis, o amor, a paz, a união e o bem-estar. A boa disposição física e mental, a combinação de conforto, saúde, segurança e contentamento. Nós somos as crianças do futuro, aquelas em que o homem magistral filho do Deus Onipresente, Onipotente e Onisciente, exclamava e dizia a todo o momento e instante, “Deixai vir a mim as criancinhas, pois elas herdarão o Reino dos Céus”. Herdamos e estamos de volta não é lorota, pois cada uma de nós passou por uma escola celestial, monumental e agora nos inserimos novamente no mundo ardente da desesperança, onde vemos nossas amiguinhas discriminadas pela pobreza, pela condição social, pela raça, muitas em locais felizes, outras vagando pelas ruas, inúmeras vendendo seus corpos para sobreviver, mas o alvorecer da felicidade tem uma finalidade e as autoridades que não cumprirem esse mandamento estarão sujeitas ao esquecimento, e pagarão bem caro, pois somos crianças especiais não temos rivais, viemos trazer encanto, acalanto, viemos exterminar o desencanto, a falta de responsabilidade das autoridades que já tiveram tempo demais para fazer o que lhes foi destinada, mas, no entanto, para nosso espanto querem empurrar tudo de goela abaixo. Não somos capachos, somos fortes e varonis e estamos aqui, pois pertencemos a uma nova geração, a do mundo feliz.

Queremos paz, desenvolvimento, vexames nem pensar, não queremos embaçamento e sim luzes, não somos refugos e sim as crianças do futuro. Essa é a nossa homenagem a todas as crianças do nosso Ceará, do Brasil e do mundo. Chega de desprezo, desumanidade, falta de incompreensão, e de zelo, as crianças merecem esmero e infindável atenção. Neste dia tão belo e cativante queremos deixar esta bela mensagem que veio a calhar em nossos corações. Afirmam que somos o futuro, mas o presente é que nos importa. Somos a paz revivida. Não nos abandones no presente, e nem momento algum, não nos induzas a violência e nem a guerra do cotidiano. Nós somos a esperança, a promessa do bem e desprezamos o mal. Brilhamos em todos os olhos e iluminamos todas as trevas. Queremos o pão e muito mais.

Almejamos entendimento. A falta do carinho e do amor nos faz sofrer. A nossa educação é obrigação, brinquedos não é a única solução. As boas atitudes, exemplos palavras bonitas, nos enlevam a alma e nossos espíritos não são meros instrumentos do seu carinho. Procuramos sempre em nome do amor e de Deus. Coloca a nossa disposição o trabalho e que a humildade esteja sempre do nosso lado. Insere em nossos corações o devotamento e o perdão. Lembre-se de nós e orienta-nos para que sejamos justos e bons. Ensina enquanto é tempo, ainda que soframos, pois não queremos que o hoje seja o caminho para o seu sofrimento do amanhã. Que nós te façamos sorrir e jamais chorar. Nossa maior aspiração é o amor.
ANTONIO PAIVA RODRIGUES-MEMBRO DA ACI-ALOMERCE E AOUVIRCE

domingo, 13 de setembro de 2009

COMO O MAR À ILHA

Por Wellington Souza


Eu gosto disso,
de você,
mesmo me cercando...
o mar à ilha.
Me envolvendo
fagocitando
digerindo
e devolvendo
ao corpo
o espírito
defecado que sou.


Solto, disperso em você
que dá razão ao meu ser
como o mar à ilha.

terça-feira, 8 de setembro de 2009

INFÂNCIA

Por
Antonio Paiva Rodrigues

ELOS DE ESPERANÇAS,
DA INFÂNCIA NO BRASIL.
SEMENTES DE BONANÇAS,
FLORES DE RUBORES MIL.

domingo, 6 de setembro de 2009

POETA MARGINAL

Por
Nonato Nogueira


Teu olhar indiscreto
Oprime meus desejos secretos
E eu me vejo nu
Nos teus versos profanos.
Oh, infinito anjo ateu
Sou teu menino
Poeta marginal
Esquecido e vazio
Nas linhas finitas
De teu pequeno diário
Obscuro e fatal.

AMPARO

Por
ANTONIO PAIVA RODRIGUES
(MEMBRO DA ACI-ALOMERCE E AOUVIRCE)


Neste mundo injusto cruel onde os homens se engalfinham pelos lauréis da fama
Que se engalana, tornando-os brutos, injustos, cruéis e infiéis.

De repente, divisarão sombras, que esbatidas no espaço onde teus soluços são regaços.

Onde a dúvida invade, tornando a calamidade pretensão dos esquecidos e decorações de aço.


O fracasso é desilusão para os gananciosos, abre aquele portão que mais esperas?

Transformas seus lauréis em fraternidade e caridade não esqueça o irmão que Deus te regenera;

A Justiça Divina os fez retornar ao mundo dos sensatos deixaste de ser ingrato,

Agora sois pacato, nas lutas das expiações o caminho mais curto de sua redenção e o perdão dos ingratos.



Dar um prato de alimento, entre gestos escarninhos enobrece o caminho numa toalha de espinhos.

Dolorosos se tornarão acariciantes diante de uma atitude exemplar, não queira maltratar os escaninhos;

Da alma de um infeliz, faça-o feliz ouça o grito de seus filhos, irmãos queridos amem-vos, não tropeçai

Na escuridão que a luz brilhará acima dos dias que hão de vir, regenerai.


Que a bênção vem do Pai, esqueça o mundo que atormenta odeia e violenta; seja do amor.

Não cause dor e tristeza, leve alegria e presteza aos carentes do dia a dia ofereçam carinho e afeto seja doutor.

Cure as doenças geradas pela fome e a miséria, homem que vive com pouco nunca espera Deus em vão,

Será saudável de coração, irmão dos irmãos, que o contemplarão com alegria, não mergulhará na fossa será embevecido pela gratidão.

sexta-feira, 4 de setembro de 2009

A PRAIA

por ANTONIO PAIVA RODRIGUES
(MEMBRO DA ACI-ALOMERCE E AOUVIRCE)


Na praia das Fontes num belo dia me inspirei edifiquei um castelo de sonhos, sonhos reais de Príncipes e Reis. Imaginei com ternura e doçura, na altura do monumento real, mas só fantasia. Descomunal, naquelas redondezas não havia, só pedra, casebres e maresia. Como por encanto em poucos momentos disse: Majestade; está pronto venha olhar. É lindo! Suas paredes pareciam enormes colunas de alvenaria, mas, no entanto, para espanto era só areia. Areia da praia, onde eu estava a sonhar acordado, coitado não percebia que as ondas ferrenhas poderiam tudo desmanchar. Circundei o castelo e joguei um pozinho amarelo, para torná-lo mais belo encantador de sereias.


Que em noites de lua cheia com seu canto bonito, meio esquisito poderia surgir a qualquer hora em qualquer lugar. Olhei as estrelas brilhantes parecendo diamantes a brilhar, e a piscar. Cantarolei cantigas de Príncipes, Duques e Reis; esperei com o olhar espantado, esbugalhado numa luzinha que piscava em alto mar e cada vez mais a se aproximar, Um vento forte começava a soprar e rajadas de areia a jogar, as ondas se agitaram, agigantaram- se e o meu castelo coitado, ficou de papo pro ar. Meu sonho que era só alegria, de repente virou tristonho mais que de repente, tudo desmoronou. Transformei- me num precoce infeliz, pois a obra dos sonhos era singela salpicada de amarelo, mas esqueci que areia com vento não podem combinar. Foi uma sina, porém pequenina que tocou meu coração, passei as mãos na cabeça, ouvi uma voz: não enlouqueça! Você é um amor. A vida é assim! Pensamos que somos fortes, nada nos destruirá vem o destino e a morte, que por ironia ou falta de sorte, nos dizimar.

JARDIM JAPONÊS

por Wellington Souza


Ela sentia-se só
mesmo comigo ao lado
sentado
buscando-a nos olhos
não conseguia trazê-la de volta
ao mundo que compartilhamos.


Posei minha mão sobre a sua,
nossos dedos formaram uma grade
no banco
e nem isso a libertou.
Recolhi, então,
de lado, a minha pequenez.


Pensei em sair,
deixá-la...
Permaneci.
Queria ficar sozinho também,
ali.
...
O mindinho dela buscou o meu
e ficamos,
enfim,
à sós.

terça-feira, 1 de setembro de 2009

ACADEMIA VIRTUAL DE LETRAS (AVL)


Olá, a todos!
Participe da ACADEMIA VIRTUAL DE LETRAS.
Este grupo reúne poetas, escritores e amantes da literatura e da filosofia.